Compaixão na cura e realização!

Com o pensamento impregnado pela tradição e costumes de sua época — uma deidade que castigava e punia seus filhos — os discípulos perguntaram a Jesus, com aquela naturalidade que lhes era natural, se quem havia pecado, seriam os pais do jovem ou ele próprio, para que ele tivesse nascido cego? Podemos ler a sua resposta, que antecedeu aquela cura memorável do jovem cego de nascença, no capítulo João 9:

Com uma qualidade divina que era parte integrante se sua consciência elevada e espiritualidade crística, Jesus, expressava compaixão para com todos, sem fazer qualquer tipo de separação entre “nós e eles”, seu olhar para o próximo era isento de qualquer tipo de preconceito ou daquelas imposições embasada em leis humanas de intolerância, como aquela que considerava os leprosos como impuros e indignos de entrar no templo com tal rigor, que eram mantidos em leprosários afastados da cidades. Essa compaixão é uma qualidade primordial na cura cristã, tal como apresentada na Ciência Cristã.

No capítulo: “A prática da Ciência Cristã” no seu livro-texto: Ciência a Saúde com a Chave das Escrituras, Mary Baker Eddy, sua autora, inicia com a narrativa de Lucas, capítulo 7. a história de Maria Madalena, ocasião em que ela entra, furtivamente, na casa do rico Simão, e, chega-se aos pés de Jesus, para perfumá-los com sândalo, e, enchagua-los com seus compridos cabelos, numa demonstração de amor, fé, coragem moral, e um reconhecimento consciente, de que ela podia encontrar sua salvação na compaixão de Jesus, ainda que para tal tivesse que correr risco e desafiar toda aquela sociedade preconceituosa, onde ela não era bem-vinda.

Podemos usar a compaixão em momento de competição ou disputa, como por exemplo para conseguir aprovação num concurso público. A crença coletiva em concorrência, tende a gerar pensamentos odiosos e limitantes. Entretanto, durante a preparação, além de estudar com os itens do edital, reservei um tempo em cada dia, para a oração consciente, e, inverter a crença de concorrência, ou que só alguns seriam beneficiando e outros não.

Com essa disposição mental, fiz tratamentos metafísicos específicos para cada crença que surgia, dentre elas a competição, fraude, limitação, incidente, acaso e acidente. O resultado foi a aprovação. Outra bênção foi de que todas as vagas oferecidas foram chamadas, ao mesmo tempo, pois havia um interesse em formar uma Secretaria de Informática, naquele órgão público federal. Só anos mais tarde fui ver a densidade de candidatos por vagas, e, o cargo que escolhi, era o que tinha a maior densidade 376 candidatos para 1 vaga. Foram oferecidas 8 vagas! Orar por nós mesmos e expandir o alcance desta oração para outros, incluindo todas as etapas: o antes, o durante e o depois, é um privilégio do aprendizado e demonstração da Ciência Cristã.

Orei com a leitura, estudo e mentoria da Lição Bíblica da Ciência Cristã [ Vide cienciacrista.com/licao ], com a expectativa de que toda a glória pertencia a Deus, e usei como uma das citações inspiradoras aquela que a Sra Eddy escreveu no livro Retrospecção e Introspecção, onde ela declara que brilhamos com luz emprestada da Mente divina. Num olhar compassivo sobre mim mesmo, entendi que aquilo que humanamente poderia ser considerado difícil e até impossível, quando alihado com o plano e propósito divino, realiza-se no momento certo, para a glória e louvor do Princípio-Deus.

Cognoscíveis na espiritualidade!


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¿Por qué el mar es azul?

Quizás te guste disfrutar del mar, a mí me gusta mucho contemplarlo. Estos días pensé: ¿Por qué el mar es azul?

La respuesta puede ser sencilla, si observamos que el mar no es más que un gran espejo de agua, y por tanto refleja, lo que hay encima de él, el color del firmamento. Cuando durante el día, y con la luz del sol, el mar refleja el azul celeste. Durante la noche refleja el color oscuro del tono nocturno, con matices, según la intensidad lunar, que reflejando la luz del sol, entre las sombras de la noche, cubre el mar de una ausencia de color.

El mar, al amanecer de cada amanecer, vuelve a reflejar el azul celeste, ofreciendo un paisaje placentero y divino, que todos pueden contemplar y disfrutar! La fauna y flora marina que no se encuentra en las profundidades, continúa su rutina natural y placentera, en el mar bañada por la luz del sol. La siguiente cita del libro de texto de la Ciencia Cristiana, Ciencia y Salud con Clave de las Escrituras, es una de mis favoritas y me ha ayudado a comprender el fenómeno del reflejo divino:


También me gusta contemplar y orar con la cita anterior, para comprender y demostrar que no brillamos por méritos propios. Nuestra razón de existir, y nuestra individualidad, está siempre unida a la naturaleza divina. Su autora fue una mujer extraordinaria, cuya luz de su vida, dedicada a los “negocios del Padre”, reveló al mundo el océano del Amor divino, y la ley divina, que es la fuente de toda existencia, tú, yo, cada uno. y toda la humanidad. Estudió las Escrituras y contempló la Ciencia de la existencia: “Las Escrituras dicen: “Porque en Él vivimos, y nos movemos, y tenemos nuestro ser”.

Como el mar, cada uno de nosotros refleja la luz celestial: todo el bien otorgado por el Espíritu, Dios. Esto se hace de forma natural, sin ninguna complejidad. Y lo mejor de todo es que sólo la Ciencia Cristiana nos explica, este hecho espiritual y metafísico es algo que cada uno puede, no sólo contemplar con su conciencia, sino demostrar en su vida cotidiana.

Por que o mar é azul?

Talvez você goste de apreciar o mar, gosto muito de contemplá-lo. Nestes dias pensei: por que o mar é azul?

A resposta pode ser simples, se observarmos que o mar nada mais é do que um grande espelho d’a água, e, portanto ele reflete, o que está acima dele, a cor do firmamento. Quando durante o dia, e, com a luz solar, o mar reflete o azul celestial. Durante a noite, ele reflete a cor escura do breu noturno, com nuances, conforme a intensidade lunar, a qual, refletindo a luz do sol, entre as sombras da noite, cobrem o mar com uma ausência de cor.

O mar, na aurora de cada amanhecer, volta a refletir o azul celeste, oferecendo uma paisagem aprazível e divinal, que todos podem contemplar e desfrutar! A fauna e a flora marinha que não estão nas profundezas, seguem sua natural e agradável rotina, no mar banhado pela luz do sol.

Mas sabe-se também que fatores da flora marinha, como algas, podem alterar as nuances da cor do mar; bem como um fato externo, como um vazamento de óleo bruto carregado por navios, pode mudar a cor, artificialmente, na região afetada. E a própria cor da areia, pode gerar nuances, conforme seja mais clara ou mais escura, ou esteja afetada pela poluição.

Mas podemos afirmar que são situações isoladas, já que na imensidão do mar, no oceano, o princípio de sua coloração segue a ordem natural da reflexão do azul celestial, durante o dia, e, incolor a noite. A seguinte citação do livro-texto da Ciência Cristã, Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras, é um dos meus prediletos e me ajudou a compreender o fenômeno da reflexão divinal:

Também gosto de contemplar e orar com a citação acima, por intermédio dela podemos compreender e demonstrar, que não brilhamos por nossos próprios méritos. Nossa razão de existir, e, nossa individualidade, está sempre unida a natureza divina. Sua autora foi uma mulher extraordinária, cujo lume de sua vida, dedicada aos “negócios do Pai”. Assim ela revelou ao mundo o oceano do Amor divino, e a lei divina, que é a fonte de todo o existir, você, eu, cada um e toda a humanidade. Ela estudou as Escrituras, e, contemplou a Ciência do existir: “A Bíblia diz: “Pois nEle vivemos, e nos movemos, e existimos”.

Tal como o mar, cada um de nós reflete a luz celestial — todo o bem outorgado pelo Espírito, Deus. Isto de forma natural, sem nenhuma complexidade. E o melhor de tudo: que só a Ciência Cristã nos explica, esse fato espiritual e metafísico, revelando algo que cada um pode, não só contemplar com a espiritualidade consciente, mas também vivenciar/demonstrar, no contidiano.

Dia da felicidade!

Só a ideia-Cristo revela-nos: Deus cura!

O banner, compartilhado abaixo, talvez criado nos anos 90, assinado por Anderson, chamou minha atenção, tanto pelo fundo escolhindo, uma terra seca e desértica, uma planta que brota e a expressão: “Deus cura

No banner, o autor não diz mais nada, não informa se é religioso, não diz se pertence à alguma denominação religiosa, ele simplesmente, parece desejar compartilhar uma informação, com o público, a qual para ele seja relevante, ou possa até ser o resultado de alguma experiência de cura que ele mesmo tenha vivenciado.

Na arte de curar, se considerarmos os meios preventivos, palhativos e os definitivos de lidar com as doenças, mentais e físicas, cinco palavras podem vir ao pensamento: vigiar, cuidar, remediar, remir e curar. As quais podem resumir-se em estar e ficar bem, consigo mesmo e com os outros.

O melhor de todos os sanadores, que a humanidade pode ter com um exemplo e modelo, Cristo Jesus, ensinou-nos e provou que a cura divina é um elemento naural, intrínseco ao nosso existir, como filhos de Deus, portanto, ela é preventiva, eficiente, definitiva, ou seja, o seu efeito só pode ser a cura completa A cura divina outorga a liberdade de qualquer tipo de medo, mesmo o medo do contágio, receio de uma recaída ou a dúvida em relação a volta dos sintomas de dor, privação e desconforto. Interessante observar que Jesus venceu a morte, e, também condições climáticas desfavoráveis, bem como uma agressiva tentativa mental de desviá-lo do cumprimento de sua missão divina, nas 3 tentações que superou, sempre com a consciência de que o Princípio-Deus é o único poder — o Tudo-em-tudo, sempre ao nosso lado e nunca nos perdendo de vista!

A cura divina é atemporal, pois foi revelada por Cristo, e ensinada aos discípulos de Jesus, não é misteriosa, nem privilégio de poucos em uma época distante. Se pensarmos bem, ela pode ser considerada científica, em sua aplicação atual, e, no sentido de que existe uma Ciência viva e em movimento, que inclui a consciência elevada de que o reino de Deus — o reinado do bem e da harmonia — é uma constante em nosso existir espiritual, como uma imagem e semelhança do Espírito que cada um de nós foi concebido, em nossa préexistência no design perfeito e espiritual, do único Princípio-Criador. (Vide Gn 1: 25, 26). Essa cura tem um sistema que pode ser descoberto e provado, ontem, hoje e sempre. Tal como nos registros Bíblicos dos primeiros sanadores cristãos, essa descoberta tem vindo como uma revelação, ou despertar da consciência, ao fato espiritual de que para Deus, todo o bem é sempre possível.

O Apóstolo Paulo, que de um implacável perseguidor dos cristão, passou por uma cegueira temporária, e, após experimentar essa cura, ele compreendeu o Cristo que o havia curado, e dedidou o restante de sua vida a compartilhar esse poder sanador e transformador, por vários lugares na Ásia menor. Ele expressou assim esse empoderar do único Cristo e da ideia da cura espirital: “… tudo posso naquele que me fortalece.” [Filipenses 4:13 – ARA]

E como essa descoberta científica para a modernidade? Na história da evolução do pensamento da humanidade, a descoberta da cura divina, como uma dispensação atual, foi realizada por uma pesquisadora, nos arredores de Boston, no séc 19, Mary Baker Eddy, que investigou os sistema de tratamento de doenças, em seu tempo. Ela precisava de uma cura de um problema físico de saúde, que a acompanhava desde a infância.

Ela chegou a um sistema metafísico, aberto, divino, e sem fronteiras, o qual ela denominou Ciência Cristã, em 1866, dedicando 3 anos, numa reclusão social, para pesquisa-lo na Bíblia toda, e, encontrou em Jesus, o único Modelo e Exemplo, a partir da qual, todos podemos seguir, compreender e demonstrar aplicando em provas e superação cotidianas de problemas físicos, mentais, medos e fobias, na vitória sobre o pecado e as crenças de fim e mortalidade, atreladas a vida humana e seu assim chamado ciclo biológico.

Se o próprio conceito de saúde evolui ao logo dos anos, por que um sistema de cura metafísico, com base na espiritualidade cristica, não possa levedar a massa do mentalidade humana, a qual vê nas soluções materiais, drogas, remédios a única solução para aquelas soenças consideradas curáveis, e, uma icógnita para constatnes pesquisas médicas? Em 1947 a Organização Mundial da Saúde (OMS) definiu saúde como “… um estado de completo bem-estar físico, mental e social e não apenas a ausência de doença”.

O profeta Jeremias também tinha consciência elevada pela compreensão de que Deus cura, quando ele escreveu: “Cura-me, SENHOR, e serei curado, salva-me, e serei salvo; porque tu és o meu louvor.” [Jeremias 17:14 ARA]

A Sra Eddy, acima citada, uma pesquisador científica extraordinária e a frente de seu tempo, que descobriu e revelou ao mundo a cura divina, ou metafísica, escreveu livros, e sua obra principal de 697 páginas, onde ela registrou os passos de sua longa pesquisa e prática deste sistema divino de curar, seu título é: CIÊNCIA E SAÚDE COM A CHAVE DAS ESCRITURAS, onde ela escreve na p. 253, sob o título marginal: “Prerrogativa outorgada pelo céu“:


“Espero, caro leitor, estar te guiando para a compreensão de teus direitos divinos, para a tua harmonia que vem do céu — e que, à medida que continuares lendo, compreendas que não há causa (exceto o senso mortal e material, que erra e não é poder) capaz de te tornar doente ou pecaminoso; e espero que estejas vencendo esse falso senso. Conhecendo a falsidade do chamado senso material, podes fazer valer tua prerrogativa de vencer a crença no pecado, na doença e na morte.


Conforme a Sra Eddy relata no prefácio de sua principal obra, ela criou a Faculdade de Metafisica de Massachusetts — a única desta categoria que foi licenciada pelo governo para finalidades médicas — e durante 10 anos 4000 alunos e alunas graduaram-se com ela, o que lhes tornavam Praticistas e Professores da Ciência Cristã, que retornavam às suas comunidade para seguirem sua prática pública, oferecendo tratamentos metafísicos pela oração, com base no sistema metafísico descoberto por Eddy. Depois de uma década de funcionamento, ela fechou a Faculdade. E mais tarde, ela aboliu os pastores pessoais, para ordenar a Bíblia e o livro Ciência e Saúde como o único pastor, dual e impessoal, da Ciência Cristã, recém descoberta por ela. Ela escolheu 26 temas para estudo individual, o desta semana é: CRISTO JESUS. Você pode acessa-las num espaço colaborativo, em PDF, Word ou em áudio, neste link: cienciacrista.com/licao

Quando a guerra acaba …

A guerra acabou, temporariamente, com a rotina das pessoas:

Acabou com casas, praças, templos, escolas, mercados e hospitais
Acabou com o senso de dignidade, respeito ao próximo,
Acabou com o turismo religioso, e, a alegria de visitar a Rússia,
Acabou com o sorriso de crianças, pais, avós, irmãos!
Violou todos os Direitos Humanos em nome do ódio terrorista.

Pretende acabar com a verdade, manipulando os fatos,
Mas graças ao bem e a imprensa livre, os fatos vêm à tona.
A guerra acabou com a rotina de famílias e de um povo trabalhador,
Acabou com a justificativa do tal senso de reparação insana:
Colher a vida de inocentes, velhos, crianças, e, não assumir a responsabilidade.
A vingança e o revanchismo nada reparam, só maximizam a culpa de crime de guerra.

Até que ponto o olho por olho, dente por dente, resolve conflitos bélicos?
Numa região onde Cristo Jesus, viveu e mostrou ser o “Príncipe da Paz”,
Suas orações, bem como a de todos os seus seguidores no Terceiro Milênio,
ainda reverberam, mesmo sobre os escombros e acima de qualquer ataque:
Paz seja convosco”!  Amar os inimigos.
Fazer aos outros o que desejamos que nos façam. ~Cristo Jesus

O SENHOR dos Exércitos” segue enviando Sua legião de anjos poderosos,
Para estar com cada criança, velhos, pais, e, cada cidadão, protegendo
Que embora sejam sem um povo sem um Estado, todos são amados pelo único Pai.
Eles todos são peregrinos e cidadãos dos céus, onde Deus está preparando um lugar,
Onde possa haver tranquilidade, paz, harmonia, e, o direito de ter seu próprio País.

As guerras não acabam com bombardeios aéreos, e, incursões violentas por terra,
Acabam quando a paz é vislumbrada, não como um sinal de fraqueza, mas a solução;
Como um gatilho onde a infinitude do Amor, segue polindo o senso humano do certo,
Prodigalizando o justo, que abençoa a todos, na graça da paz consciente do Prinípio-Deus!


Arte: Jack’s Arts ©️2024

Que é a Verdade?

A pergunta que Pilatos fez a Jesus, no meu olhar, um tipo de deboche, no momento de seu interrogatório, no pretório onde fora levado pelos soldados que o capturaram, ainda repercute hoje em dia, clamando por uma resposta ideal e conclusiva!

Mas, afinal, qual essa verdade libertadora, a qual Jesus se referiu?

Essa pergunta, combinada com a de Pilatos, pode ter diferente respostas, a depender da ideologia, filosofia ou sistemas de ideias, em que ela está embasada. A única ideologia de Jesus, era o próprio Cristo – a consciência intimamente ligada com o Princípio-Deus, a única Mente, ou único Ego imortal  – daí a prática que dela deriva ser chamada de Cristianismo primitivo – uma consciência espiritual e atemporal, mais elevada e prática da ideia-Cristo. Essa é a verdade da única Verdade, a qual foi demonstrada, com inigualável maestria, por Cristo Jesus. Portanto, podemos concluir que essa verdade, é um atributo derivado da própria lei da Verdade, Deus, e, portanto, é eterna, vale para todos os tempos, e, é ininterrupta, incontaminada pelo mundo, e, livre das vãs hipóteses humanas.

As doutrinas feitas pelos homens, diferentes filosofias e sistemas de ideias, seus rituais, credos e celebrações, especialmente as que procuram lembrar verdades ensinadas por Jesus, mas de uma forma material e perfunctória, configuram um cristianismo peculiar de comemorações e devoção, definida por calendários de festas e tradições centenárias, algumas até milenares, procissões e profissões de fé populares, e, pode-se perceber que elas estão em declínio, face ao “Haja luz” da Verdade absoluta e vibrante, que atua como uma revelação a todo o pensamento receptivo, que procura conhecê-la.

Por volta de 1863, uma ilustre pensadora e mulher extraordinária, a norte-americana, Mary Baker Eddy, afastou-se da sociedade, e, durante mais de 3 anos, dedicou-se a estudar o cristianismo primitivo de Cristo Jesus, e, encontrar evidências demonstráveis desta luz divinal e da prática dela derivada, até mesmo no Velho Testamento, e, depois do Novo Testamento – do Gênesis ao Apocalipse.  

Referências:
ARMSTRONG. Karen. A Bíblia – uma Biografia.
EDDY, Mary Baker. Ciência e Saúde com a Chave das Escrituras
EDDY, Mary Baker. Escritos Diversos Bíblia Sagrada, Versão ARA. SBB, 1996

Reconfigure seu dia!

O primeiro dia do ano, foi definido por uma Carta Encíclica Papal com o Dia da Paz universal [ Pacem in Terris (11 de abril de 1963) | João XXIII ]. Mas poucos lembram disto na história da cristandade. Mas, no plano individual, podemos autoproclamar a paz espiritual, na consciência, a cada manhã, todos os dias?

Na diversidade de religiões que existem hoje no mundo, a paz é considerada uma dádiva de Deus, reinvindicada na oração, outras atribuem essa paz à disciplina e quietude da meditação, sugerindo técnicas de respiração e elevação da consciência. Passando do agnosticismo, para o politeísmo, e, o monoteísmo, a paz tem sido considerada uma realidade subjetiva da mente, que pode ser cultivada na consciência individual.

Por afinidade, familiriadade e experiência, focarei no monoteísmo, tendo como único Modelo, ou Exemplo, Cristo Jesus, o “filho de Deus” e “Príncipe da Paz”, o qual inaugurou o Cristianismo. Jesus, ao entrar no lugar onde estavam seus discípulos, entristecidos com a partida de seu glorioso Mestre, logo após sua crucificação e ressureição, chegando de surpresa no lugar onde eles estavam reunidos, saudou-os com o que se poderia considerar, metafisicamente, não só uma saudação, mas uma mini-oração, ou, mini-bênção: “Paz seja convosco.” (João 20: 21 ACF)

Em judaico”Shalom Aleichem“, ou no hebraico: “שָלֹום עליכם” essa é uma expressão de cumprimento e cordialidade que significa “A paz sobre vós”, ou, “A paz em vós” A língua nativa de Jesus era o aramaico, mas ele conhecia bem o hebraico, haja vista que as Escrituras estavam escritas nesta língua e ele era um assíduo leitor das Sagradas Escrituras, como ela estava disponível em sua época, graça ao trabaho dos Escribas e Copistas.

Certa vez, participando de um Seminário sobre Espiritualidade , Bioética e Medicina, na PUC-RS, com pesquisadores e profissionais da área da saúde, que pesquisavam Bioética — isto é um conhecimento e respeito às diferentes crenças religiosas, na ética do cuidado com o paciente um dos médicos palestrantes, praticante do Budimo, disse que ele configurava mentalmente seu dia, antes de sair de casa, ao nível consciente, ele disse que sua meditação diária, ajudava-o a inverter, o aparente caos de um ambiente hospitalar, para uma realidade objetiva mais salutar, tanto para ele como para os pacientes do hospital da Clínicas que ele trabalhava, o qual é ligado a UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Na UFRGS o grupo de pesquisa em Bioética é organizado pelo Dr. Goldim, o qual já escreveu o livro: “Bioética e Espiritualidade”, com abordagem de diferentes religiões, inclusive depoimentos de dois Praticistas da Ciência Cristã. Na época em que servi como Comitê de Publicação, no Brasil, fui convidado a participar da revisão destes depoimentos, a qual teve a colaboração da jornalista Jacira Cabral da Silveira, que atuou como Assessora de Comunicação deste Comitê.

Espiritualidade é um termo moderno o qual tenho estudado, chegando a fazer um curso de pós graduação, na área de Espiritualidade e Saúde. Foram três semestres, a disciplina voltada para a parte clínica, não realizei, por que meu interesse era só na parte conceitual e espiritual, até por que não sou médico.

Estudo a Ciência Cristã, desde a infância, e, no meu coração e mente, penso que por ser ela uma religião metafísica, ela desenvolve minha espiritualidade, haja vista, que ela me ajuda a manter a consciência elevada, pela via da oraçao mental e silenciosa, que me habilita a reconfigurar cada novo dia sob o prima da paz espiritual, a qual só a consciência crística permite-nos, inverter um suposto dia material, sujeito a tempestades, trovoadas de bombas, conflitos e guerras, em, uma realidade mais espiritual. Nesta realidade aprendo e consigo demonstrar a seguinte citação de Mary Baker Eddy, no seu livro, recém traduzido: Escritos Diversos. p. 211:

Mary Baker Eddy, Escritos Diversos. p. 211

Podemos reconfigurar nosso dia, a cada manhã. Que tal, em oração, mental e silenciosa, declararmos como nosso primeiro pensamento, a cada manhã, essa espiritualidade inata, e, deixar que a luz de Cristo, penetre em nossa janela mental, estabelecendo um dia configurado na vontade de Deus, onde, conforme a visão profética da mulher rica de Suném, diante do mau súbito de que levou seu filho a morte, e, que foi ressuscitado com a ajuda do profeta, a quem ela acolhia em sua casa com grande amor e gratidão, durante suas viagens: “Vai tudo bem…” (2 Reis 4: 22).

Essa declaração, humilde e firme, foi sus grata oração antecipada, um protesto mental absoluto, embasado na confiança no poder da única Vida, Deus, a qual era a única evidência da própria vida de seu filho, que jamais poderia estar perdida. Tal oração reconfigurou aquela cena triste de seu único filho aparentemente sem vida. E ele, como a Bíblia relata, ressuscitou!


Referências:
EDDY. Mary Baker. Escritos Diversos 1883-1896, p. 211: 2 ©️CSPS
GOLDIM. Dr. José Roberto. Bioética e Espiritualidade, EdiPuc-RS, 2007
Árvores de Reiligiões. Folha de São Paulo. Infograma 2016.

A espiritualidade de Daniel salvou-o dos leões ferozes!

“Daniel e a cova dos leões” – Briton Rivière, Inglaterra, 1872

Uma das histórias bíblicas impactantes, aborda temas que ainda são bem atuais: os supostos poderes opressores, a servidão e a escravidão, além do cerceamento ao direito de pensar diferente, como por exemplo: compreender um único Princípio-Deus, a Ele obedecer e ser fiel, derivando desta existência, uma lei divina sempre presente e ativa, expressa num poder absoluto, para o qual, todo o bem é sempre possível, como manter leões famintos, bem calminhos e sob controle. Essa história consta no livro de Daniel, no Antigo Testamento. Foi o diferencial de sua espiritualidade e confiança só no poder do desdobramento do bem que capacitou Daniel a sair vivo e ileso da cova dos leões, donde ninguém saia vivo.

O assim chamado poder de império, concedia ao Rei Nabucodonosor, a vantagem de coptar, os melhores jovens caldeus de cidades sitiadas, para servir no palácio real, e, foi o que levou o jovem Daniel para servir ao rei. Essa influência imperialista, que busca monopolizar a vida e a mente das pessoas, pode ser vista hoje no fenômeno sociais tais como: a onda de influenciadores que cultuam a exposição de fragilidade e vulnerabilidades como sendo algo positivo, tendência que abunda na Internet; a ansiedade, a vaidade, as imposições dos falsos conceitos de beleza, os excesso de preocupação corporal, a hesitação em relação ao mau uso da inteligência artificial, as dietas, os sistemas humanos, o politeísmo, o cancelamento, etc, etc

Os que trabalhavam para o rei, perdiam o direito de ter e viver sua própria vida, passando a adotar desde as dietas das iguarias do rei, até precisarem abadonar aquilo que acreditavam, bem como sua devoção à oração e sua confiança monoteísta num único poder supremo, passando a entregar-se às crendices politeístas da seita imperial. Um complô para “cancelar” Daniel, foi tramado pelos observadores que viram na atitude de orar diariamente, uma ameaça incoveniente para às crenças politeístas, e, convenceram o rei, que se alguém no reino ousa-se adorar um só Deus, diferente dos deuses materiais adorados pela realeza, esse deveria ser condenado a pena máxima de ser atirado na cova dos leões. E foi o que aconteceu com Daniel, um obediente filho de Deus, fiel às suas convicções religiosas, e, com suficiente coragem moral, para enfretar toda aquela armação e assédio moral contra um jovem brilhante, que era capaz de interpretar e desvendar enigmas que apareciam ao rei sob a forma de sonhos, e que ninguém mais conseguia desvendar.

Uma das primeiras atitudes de Daniel, logo que foi trazido cativo para servir ao rei, foi sua decisão de não querer a dieta real, oferecida pelo conzinheiros, junto com seus amigos conterrâneos, eles preferiram “não contaminar-se com as iguarias do rei“, e, propôs ao cozinheiro-chefe dos eunucos, que lhe dessem só legumes, e, depois de dez dias, fosse tirada a prova, em relação aos que adotaram a dieta do rei. E o que ele previu aconteceu, pois suas faces estavam mais robustas do que os outros jovens, e, esta foi uma prova que intrigou os observadores da realeza. Eis uma parte do livro de Daniel 1: 8-21

Ao final do tempo determinado pelo rei para que os jovens fossem levados à sua presença, o chefe dos eunucos os levou à presença de Nabucodonosor. Então o rei falou com eles. E, entre todos, não foram achados outros como Daniel, Hananias, Misael e Azarias. Por isso, passaram a servir o rei. Em toda matéria de sabedoria e de inteligência sobre que o rei lhes fez perguntas, os achou dez vezes mais sábios do que todos os magos e encantadores que havia em todo o seu reino. Daniel continuou ali até o primeiro ano do reinado de Ciro.

Daniel 1: 8-21 NAA – SBB

Vamos a um exemplo de leão moderno que está urrando muito:
Em tempos de Inteligência Artificial (IA), suas manhas e artimanhas, dúvidas e hesitações intrigantes, em relação a sua utilidade, possíveis exageros e uso abusivo e desenfreado, todo aquele que preserva seus pensamentos, de modo original, e, incontaminado pelas muitas falácias, invencionices, opiniões e críticas humanas, é, alguém que tende a destacar-se na multidão, recusando-se a aceitar os pontos de vistas negativos, sobre o uso da tecnologia. Não fosse o correto uso da tecnologia, hoje poderiamos estar com menos recursos para desenvolver ferramentas úteis, como um simples editor de texto, on-line, como esse que estou usando, sem falar no quanto os avanços tecnologicos trazem facilidades a vida humana. A inteligência artificial é como um papagaio, ela só repete o que lhe é ensinada, sem nenhum juízo de valor, nem alguma molécula de emoção, sentimento, ou substância inerente ao poder de cada palavra que é alimentada em suas bases de dados.

Tal como no tempo do jovem Daniel e seus amigos cativos na Babilônia, hoje toda a inteligência e sabedoria, que aplicamos desde a realização de trabalhos e provas escolares, até as decisões e escolhas ao longo de nossa jornada, pode ser uma bênção, quando com humildade, passamos a ver além das teorias biológicas e da neurociência para descobrir que a fonte de toda inteligência, que governa o homem, a natureza e o universo está no seu único Princípio criador e preservador! A Ciência Cristã nos revela essa consciência com base na real espiritualidade, que nada tem a ver com as teorias de auto-ajuda e filosofias dos sistemas humanos, teorias da prosperidade, pensamento positivo, etc, etc.

Agora, a capacidade e habilidade de pegar a visão e vislumbrar as coisas invisíveis do Espírito infinito, não é, nem precisa ser algo místico, muito menos complexo! É na simplicidade do existir, que somos capazes de demonstrar aquilo que já é inerente ao nosso ser real como expressão de um único Ego, imortal, universal — um só saber consciente, que a Astronomia chama de Cosmos, e, que aprendi na Ciência Cristã, a chamar de uma única Mente! Essa Mente única, jamais pode ser comparada com os limites e fantasias da IA. Usar o copia e cola típico da IA, é como deixar-se devorar por um leão, pois nossa própria iniciativa, improvisação, bem como nossa capacidade de expressar pensamento originais, poderia ser devorada por um tipo sutil de plágio. Essa característica plagiadora da IA, está gerando ações judiciais, como o caso do renomado jornal New York Times, que está acionando a Microsoft, e, a empresa criadora do Chat GPT, por ter usado o acervo de seus conteúdos, em sua base de dados, para alimentar os robos da inteligência artificial destas empresas. Conteúdos que estão sob Direitos Autorais, e, outras questões implicadas, como as altas inversões de publicidade, que provisionam toda uma infraestrutura organizacional de empresas jornalísticas.

Outro exemplo de leões urrantes pode ser a adoração de muito jovens e até crianças a influenciadores na Internet:
Assim como os jovens caldeus, Daniel e seus amigos, todos podemos vivenciar uma inteligência e sabedoria divinais, que podem nos fazer brilhar. Cada um de nós tem um plano e um propósito bem delineado conforme nosso talentos divinos. Basta, não consentirmos em contaminarmos com as “finas iguarias do rei“, isto é, nenhum influenciador, blogueira, ou seja lá que nome tenham, pode nos cativar para servir nos palácios irreais contruídos sobre a areia da futilidade, do conteúdo raso, e, explosão de popularidade, embasada na vaidade pessoal, na exposição de fragilidades e vulnerabilidades, e, por vezes, até no alimentar certo tipo de adulação pessoal. Seja qual for o sentido de seguir uma pessoa, para fazer parte de um exército que destila ódio, desamor, cancelamentos, nas redes sociais, nada mais é do que uma tentativa de curvar-se aos deuses do ódio, e, das tempestades do desamor, as quais só mostram o lado mais rasteiro das futilidades do eu humano.

A espiritualidade é uma domadora ideal de leões mentais:
A espiritualidade é como uma arma secreta, poderosa, inata a cada um, ela é o melhor cala boca dos supostos leões famintos para atacar nossos melhores planos. Basta compreender esse fato científico cristão, e, passo a passo, começar a utilizá-la por intermédio de oração constante, que confia no governo de uma Mente única, sempre presente e atuante. Por meio da espiritualidade crística, podemos demonstrar força e inteligência e coragem moral, na superação dos supostos “leões” mentais que vivem tentando rugir em nossa consciência, com ruídos do medo, ansiedade, indecisão, timidez, vergonha, sentimentos de culpa, pavio curto, e, o pior de todos: o preconceito. A espiritualidade nos blinda, protege, e nos aproxima dando-nos familiaridade com essa Mente única, para a qual todo o bem é sempre possível.

Como na imagem do pintor inglês, Briton Rivière, utilizada para ilustrar esse post, precisamos encarar de frente nossos próprios leões mentais, e, ver que eles nada mais são do que miragens, ilusões mentais, privadas de qualquer tipo de poder, pois, essa é a grande vantagem de sermos monoteístas e obedecer ao 1º Mandamento, ela desdobra nossa coragem moral, tal como Daniel, de não nos curvarnos diante dos falsos deuses, como os que tentam rugir em nossos pensamentos. Assim nos tranquilizamos, pois deixamos de alimentar pensamentos opressores e negativos. Munidos de nossa espiritualidade inata, deixarmos de sentir medo deles, eles desaparecem, devorando-se uns ao outros em sua própria nulidade, diante da totalidade do único poder da única Mente, que governa tudo, todos e todas as situações, até mesmo os animais classificados como selvagens e ferozes.

O lobo habitará com o cordeiro, e o leopardo se deitará junto ao cabrito;o bezerro, o leão novo e o animal cevado andarão juntos, e um pequenino os guiará.

Isaías 11: 6